Filmes · Geral

A culpa é das estrelas — O filme

Como já havia falado no post de resenha do livro “A culpa é das estrelas” do nosso querido John Green — dia 05 de junho estreou nos cinemas de São Paulo, a versão movie.

Dispensando a resenha, vamos aos fatos: eu chorei.
Fui assistir no sábado, no Cinemark do Eldorado (meu shopping de todo dia), na companhia do namorado. Compramos os ingressos 05 dias antes prevendo sessão lotada, e não nos enganamos.

O público: de crianças até idosas. Sério – geral assistindo, ambos os sexos.

Os atores:

Hazel Grace Lancaste – Shailene Woodley: Eu não sou nenhuma expert para julgar a interpretação de alguém, mas achei que ela estava maravilhosa.

• Augustus Waters – Ansel Elgort: eu já era apaixonada pela personagem, agora que ela tem forma, e que forma, estou mais encantada ainda. O bom humor dele entrava no momento certo e tornava todo o enredo mais fácil de acompanhar – sem conta para as caras e bocas.

• Isaac – Nat Wolff: personagem pontual, aborda um assunto importante como a perda da visão, a forma de encarar e como as demais pessoas encaram isso.

• Mrs. Lancaster – Laura Dern: papel fundamental para a trama, o “tipo” de mãe em forma única.


 Peter Van Houten – Willem Dafoe
: adorei que o Willem fez a interpretação. Achei apesar de tudo, cômico – principalmente as expressões.

 Lidewij Vliegenthart – Lotte Verbeek: personagem fundamental, eu acho.

Ficha Técnica:

Autor da obra original: John Green
Roteirista: Michael H. Weber e Scott Neustadter
Direção: Josh Boone 
Produtores: Wyck Godfrey e Marty Bowen
Distribuidor brasileiro: FOX Filmes
Duração: 125 minutos


Cenário: 
p e r f e i t o , todos os lugares usados na filmagem seguiram a descrição do livro.
Meus preferidos: casa de Anne Frank, motivo: a história da Anne, o que acontece nas escadas e as frases escolhidas e o restaurante: lugar lindo, estrelas engarrafadas – momento ideal.



Cenas: tudo lindo, sim.
Preferidas: Quando eles se conhecem; Piquenique no parque de ossos; O beijo; O sexo; O discurso fúnebre em vida e Okay final.


O que eu senti falta: do vídeo game que reconhece por voz. Hehehe

Em resumo, foi o filme que eu mais achei fiel ao livro, apesar de alguns detalhes faltantes, mas é de total compreensão que 388 páginas fica complicado de detalhar em 125 minutos.

E você, sentiu falta de algo ? Conta pra gente.

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